sábado, 2 de junho de 2012

Olá.
Posto aqui mais um entre muitos outros vídeos que estão já postados (dê uma olhada nas postagens mais antigas) que trazem a tona a história da capoeira. Há muitos estudos sobre sua origem e suas influências, mas deixo aqui mais esse para que os seus praticantes e amantes tenham sempre uma referência a mais para poderem falar e praticar melhor essa dança de guerreiros.

Então lá vai... Curtam aí...

  

domingo, 20 de maio de 2012



Destreza, elegância e inteligência, perigo e o ritmo pulsativo, vibrante. Essas são características marcantes do jogo de capoeira angola.

Abaixo, um jogo meu (Da Lua) com o professor Henrique (responsável pelo núcleo de Osasco-SP)

domingo, 23 de outubro de 2011

Capoeira Angola - Diáspora Africana

Dança de guerreiros...
Diáspora Africana...
N´Golo: golpe dos pés sobre a cabeça

Veja aqui uma breve explanção do mestre Cobra Mansa a respeito de seus estudos sobre as orígens da capoeria angola:


Conheça sua cultura!   
A história de um povo morre quando sua cultura morre! 

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Roda de Capuêra Angola

Aqui é onde os capuêras entram em harmonia, onde existe a união entre os músicos, jogadores e coral, onde se conta e se canta Histórias, histórias e estórias, onde os movimentos do jogo evidenciam as estratégias e as elegâncias dos jogadores, onde a destreza e o desfarce das intenções subjulga a força, onde a coragem e o medo se misturam mostrando a cada um os limites e os novos grilhões a serem vencidos.
 A capuêra angola transforma, corrige, redargue... nos faz saber mais sobre nós mesmos!



Saiba mais sobre você mesmo e aprenda a harmonizar-se com as pessoas. Pratique Capuêra Angola.

sábado, 1 de outubro de 2011

Semeando

             É  de fundamental importância ensinar à nossas crianças a nossa história de formação enquanto povo. As manifefstações culturais são capazes de trazer a tona parte dessas histórias e dessa forma resgata-se elementos de ludicidade, folguedos, cantigas, brincadeiras, etc, etc, etc.


"Segura a Angola, não deixe a angola morrer"...

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Capoeria contada para informar, divertir e conscientizar.

É fundamental que monstremos para nossas crianças nossas manifestações culturais simplesmente porque elas contam nossa História, ensinam, informam, conscientizam e tambáem divertem.

Veja:





ContinuAÇÃO...


Conquistando liberdade!
Quem aprende a capoeira liberta-se em vários aspectos!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Momentos e Histórias

Tardezinha de sábado:


Foi numa tarde de sábado. Nos reunimos pra tocarmos berimbau, cantar, enfim, montarmos uma bateria e aprimorarmos o ritmo.

Antes de começarmos, ainda falando sobre acontecimentos relacionados com o canto na roda capoeira, o Mestre Ananias diz: “menino, você não pode cantar pontos de gira de candomblé na roda de capoeira, isso é perigoso e pode te trazer problemas um dia”, e aí contou...

“Uma vez, lá na Bahia ainda, eu estava na minha casa e alguém começa a me chamar, lá no portão. Saí pra ver quem era e lá estava um conhecido meu, e ele, em tom de desespero e angústia, me disse: “Ananias, estamos precisando da sua ajuda pelo amor de Deus”. Eu percebi que era sério e perguntei: “o que foi?”. Daí ele contou... “estávamos fazendo uma roda de capoeira de apresentação, aí o cantadô começou a cantar pontos de candomblé e aí dois cabras que a gente nunca viu “bolaram” e começaram a se pegar, a brigar e se atacarem e ninguém deu conta dos dois! Ninguém consegue “fazer subir” aqueles espíritos.

Aí eu perguntei pra ele: “e aí, o que vocês fizeram?”. Ele respondeu...”nós conseguimos colocar os dois lá dentro do barracão, mas eles tão se matando lá, tão se mordendo, se pegando”.

Mestre Ananias disse então... “vou chamar outro amigo pra gente ver o que a gente consegue fazer pra resolver isso”. Então eu fui, conversei com meu amigo sobre o acontecido e combinei com ele o que íamos fazer... “nós vamos ter que entrar lá no barracão e amarrar aqueles dois pra eles não se matarem lá mesmo. Depois vamos ter que sair com eles lá pro rio, porque é água corrente, e quando der meia noite, na virada do dia, a gente vai ter que entrar com eles na água e aí a gente vai fazer as rezas e mandar esses espíritos embora, tá ok? E esse meu amigo disse... “tá!”

Então nos fomos pra lá, pro barracão. Depois de muita batalha conseguimos amarrar os cabras. Depois a gente saiu lá pro rio. Mas os dois não paravam de se bater e revirar resistindo em ir com a gente e, quando a gente já estava chegando no rio, um deles conseguiu escapar da nossa mão e se jogou no rio. Nós pulamos também atrás dele, mas não achamos mais ele... Esse nós não conseguimos salvar! E aí fechou a história.

Aí, voltando ao que tinha recomendado no começo, reforçou o que tinha dito a um dos que estava lá com a gente nesse sábado a tardezinha: “você não deve cantar músicas de gira de candomblé na roda de capoeira porque isso pode te trazer problemas que você não vai dar conta de resolver”.

Depois disso, fomos armar e afinar os berimbaus pra fazermos o nosso ritmo, como era nosso propósito para aquela tarde.